Ponto de Vista – ATACANDO COMO ARMA DE DEFESA

Quem pensa que uma derrota eleitoral acachapante pode significar o fim de uma luta política está enganado. Especialmente político que trabalha só para si vê vitória sua, quando sua liderança é derrotada e, mesmo prejudicando o eleitorado continuará tentando dividir e dando prejuízo ao conjunto da sociedade. Atacando como forma de defender os erros que sabe, foram muitos e devem ser escondidos.

Estamos vivendo em Planaltina um momento de real necessidade de união, posto que o município vem de um período de conturbação sem precedentes quando, em um mandato de quatro anos, teve seis nomes ocupando a cadeira do executivo. (Dr. Davi, Pastor André, Hernandes, Reis, João Neto, Reis (de novo) e Dona Cida) Isso, por si só, dizem observadores, causa um prejuízo administrativo de grande proporção e araza politicamente a municipalidade.

Frente a esta situação, com o município vivendo um momento de expectativa positiva com a posse de um novo prefeito, cabe indagações: O eleitor seria o culpado pelas mazelas administrativas e políticas de Planaltina? O eleitor deve pagar a político para causar problemas para a administração, seja ela de A, B ou C? O eleitor planaltinense deve dar crédito a político que inicia campanha contra um governo que mal sentou-se na cadeira do executivo?

É obvio que o eleitor não tem culpa nenhuma! Seu papel foi limpamente exercido quando escolheu o político que iria, ao seu ver, defender a municipalidade. Se este político caiu em desgraça, o eleitor esperava que houvesse alguém para substitui-lo, no entanto os políticos não conseguiram a solução que era unicamente deles e tornaram-se culpados pela incompetência demonstrada. O eleitor, por muito inocente que seja, não quer pagar político para que este cause problemas para a administração de ninguém. O eleitor quer é solução para problemas simples e não complicações contra quem quer que seja e, por último, o eleitor, mesmo aquele que votou em quem perdeu as eleições, quer de coração que os outros políticos resolvam os problemas da municipalidade e, nem de longe, pensa que deve-se atrapalhar a quem ganhou e está com o compromisso de buscar benefícios para o município.

Assim é que o eleitor planaltinense está cada vez mais consciente de que precisamos nos unir para o fortalecimento político e isso só se dará com políticos que agregam, que são realizadores e não podemos manter aqueles que vivem à cata de distensões e sensacionalismos.

Outros embates virão e o eleitor planaltinense vai mostrar que, pode sim errar uma, duas, três, quatro e até mais vezes, mas irá corrigir na busca do político que honre o município e não a interesses nem sempre republicanos.

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