O jovem Jefferson Amador, por demais conhecido nos embates políticos do município de Planaltina causou mais uma vez nesta tarde de 09/03, segunda-feira, na Câmara de Vereadores de Planaltina, quando tentou fazer uso do “Tribuna Livre” na Câmara de Vereadores João Maurício Fontes, sede do poder legislativo local.
Jefferson, o opositor que tem causado alvoroço.
USANDO A TRIBUNA LIVRE
O uso da “Tribuna Livre” é um direito do cidadão planaltinense, instituído por lei pela própria Câmara de Vereadores que, atende a pedido formalmente feito pelo cidadão, passa pelo crivo administrativo normal onde é exigido tratar de assuntos de interesse da sociedade. E este expediente foi usado por Jefferson Amador, o que já fizera antes como trabalho político para, se valendo das redes sociais da Câmara, mandar seu recado para seus seguidores, o eleitorado planaltinense.
DEU PROBLEMA COM VEREADORES
Ocorreu que no dia anterior, domingo, 08 de março, Dia Internacional da Mulher, o presidente da câmara planaltinense, Raimundo Good’s, com quem Jefferson já tem um contencioso (matéria neste jornal sobre tetra eleição), estava passeando com sua família na Feira Livre, vizinha de sua residência, quando foi abordado por Jefferson de maneira descortês, tendo, segundo Good’s, desrespeitado a presença de sua família em plena Feira, em meio ao povão, chamando o presidente de “traidor do povo” e outros tratamentos, naquela oportunidade. Foi aí que Jefferson foi interpelado para não fazer uso da palavra, já autorizada pela Casa. A fala do jovem político, proibido de se manifestar, não ocorreu. 
O DESFECHO NADA AMIGÁVEL
Depois de esperarem o esvaziamento do plenário que recebeu naquela manhã, cerca de cento e cinquenta pessoas para ouvirem e verem o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, fazer uso da palavra, seria a vez de Jefferson, já autorizado pela Casa. O presidente em exercício, vereador Neto Nobre, que assumira frente a decisão judicial provocada por Jefferson contra Good’s, vetou a fala do postulante, enquanto uma parte de Vereadores autorizava a fala de Jefferson. O clima ficou tenso e o xingatório foi impublicável. Jefferson tentou falar por mais de cinco vezes, buscando expor seu pensamento mas, foi interrompido quantas vezes tentou falar e, por fim, quando já era noite, a energia elétrica da Casa de Leis foi interrompida, cortada mesmo.





