Welson Manoel Pedroso * 04/12/59 + 21/06/26, filho de Sebastião e dona Ruzu, ele Pedroso e ela Guimarães, Welson nasceu em 1959, em Planaltina-GO, em dezembro daquele ano. No ano seguinte Brasília seria inaugurada em abril e aquele pedaço de Goiás passaria a ser Distrito Federal. O histórico de sua família remonta há mais de dois séculos na região, o lado mais conhecido, os Guimarães, continuaram com suas propriedades, tanto na parte que passou a ser então Distrito Federal, quanto no município de Planaltina que continuaria sua história goiana.
Welson, padeiro de profissão e jogador de futebol amador dedicado, veio para a nova Planaltina onde teria as duas coisas e muito mais para o jovem que sonhava ser independente. Isso lá pelos idos do início da década de 1980, ele com seus 20 anos, bom de bola, meio campista, marcador ferrenho, inteligente. A cidade fervilhava, era o início da ocupação definitiva da ideia da nova Planaltina. Na “Brasilinha” ele jogou em várias equipes planaltinenses, começando no time do conhecido e saudoso Goiano e dona Filó, o CEFEC, correndo nos muitos campos de terra existentes na época. Lá no CEFEC Welson encontrou Zé Carlos, só para mencionar um dos irmãos, (muito bom de bola) de sua companheira de vida e mãe de seus filhos, a Maria de dona Ermínia. 
Welson e Maria se conheceram na labuta comum de filhos de famílias trabalhadoras, católicas, dessas que não tem muito mas, nunca falta nada. Jovens, dedicados nos seus afazeres e carinhosos um com o outro casaram-se e foram construir a vida de casal, ajudando nos afazeres da Igreja do Divino Espírito Santo onde congregavam e onde batizaram os filhos que vieram.
Vida curta para os dias de hoje, 67 anos apenas e o guerreiro despede-se de Planaltina em busca da infinita pradaria, colhido por um infarto fulminante quando estava em casa. Sepultado no Cemitério Redenção, sua terra natal, na nova cidade que ajudou a construir, neste 22/06/26, deixando saudosa sua Maria, filhos, netos e toda família. O Altíssimo, certamente, terá um lugar especial para quem dedicou-se ao trabalho, à família e aos muitos amigos, especialmente desportistas e de preferência pó-de-arroz, tricolor carioca. Afinal, depois da batalha, o guerreiro merece descanso.

