Ponto de Vista – TUDO VOLTA À NORMALIDADE?

“Depois da freiada brusca no caminhão de abóboras, as coisas parecem acomodadas de novo”, disse o velho caipira na banca da feira livre de Planaltina, quando preparava-se para mais um dia de feira naquele domingo, 03 de junho. Observando a analogia do senhor feirante, pode-se dizer que a sociedade sofreu um choque com a paralisação das atividades dos caminhoneiros mas, que já se recuperou do susto e parece que vai continuar em frente como sempre o fez. A simplicidade do raciocínio é que nos conduz à dedução de que se o caminhão tinha abóboras demais, algumas devem ter caido com o trepidar da carga; se ao contrário, a carga acomodou-se de forma definitiva e vai permitir que mais abóboras sejam colocadas por sobre a carga já existente. Pedro Parente, o presidente exonerado da Petrobrás, estaria naquela conta de carga demais? Estaria na conta de novas abóboras por sobre a carga? O certo é que a economia brasileira, que andava em baixa, quase parando, teve motivos para encolher neste final de mês de maio, início de junho, podendo voltar a crescer a partir do ano que vem, sob a égide de um novo governo ou, sob o comando de um novo caminhoneiro. As ruas já estão, novamente,  cheias de carros; os postos de combustíveis já não mais são pressionados por motoristas; o comércio, como dantes, mantêm suas portas abertas e as aulas já recomeçaram em todas as unidades escolares, deixando ver que quanto à freiada, os efeitos já foram debelados, restando, agora, uma aceleração adequada para o veículo para que sua velocidade se dê adequada para receber mais carga ou quem sabe descarregar mais coisas. O certo é que este governo está pesando sobremaneira nos eixos do bitrem e será descarregado, impreterivelmente, em janeiro próximo. E aí, tudo volta à normalidade? É o que todo brasileiro pensante espera. Tomara!

 

 

 

 

 

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