Igrejas ajudam GDF no acolhimento de famílias durante a pandemia

Nesta quarta-feira (9), governador Ibaneis Rocha visitou a Igreja Batista Central de Brasília e foi recebido por representantes do segmento evangélico de todo o DF

Ian Ferraz, da Agência Brasília | Edição: Saulo Moreno

O papel social das igrejas e o acolhimento dado por elas às famílias durante a pandemia de covid-19 foram destacados pelo governador Ibaneis Rocha em visita à Igreja Batista Central de Brasília, na Asa Sul, nesta quarta-feira (9).

“Não canso de repetir que, sem o apoio da igreja, não conseguiríamos atravessar essas duas ondas e mais essa terceira onda de pandemia, que chegou com muita força”, afirmou o governador. “Não só do ponto de vista do atendimento, no que diz respeito à distribuição de cestas básicas, mas principalmente do acolhimento das famílias. A igreja teve um papel preponderante nesse acolhimento”, completou durante encontro com lideranças religiosas.

No encontro com as lideranças religiosas, o governador Ibaneis Rocha ouviu elogios para as decisões que tomou durante a pandemia e o acolhimento às igrejas | Fotos: Renato Alves / Agência Brasília

Ibaneis reuniu-se com dezenas de lideranças religiosas de todo o DF, entre elas o anfitrião do encontro, o pastor Ricardo Espíndola, da Igreja Batista Central de Brasília; o pastor Josimar Francisco, presidente do Conselho de Pastores Evangélicos do Distrito Federal (Copev-DF), e o pastor Chancerley Santana, coordenador-geral da Copev-DF. Pelo governo, participaram o secretário de Governo, José Humberto Pires, e o diretor-presidente da Biotic, Gustavo Dias.

“Um dos lugares que respeitaram o trabalho das igrejas foi o DF. Graças à sensibilidade do governador, tivemos esse trabalho aqui. Ele fechou quando precisou fechar e abriu quando pôde abrir. Não temos nada a reclamar, diferentemente de outros estados”, disse o pastor Ricardo Espíndola

Segundo dados da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), mais de 800 mil evangélicos vivem no DF, o que equivale a 30,8% da população. Um número expressivo e que, segundo o governador, tem direito a um diálogo aberto com o governo, assim como todas as outras religiões.

“Quando assumimos o governo, viemos num movimento de pacificação das igrejas. Existia um ambiente de muita conturbação no meio religioso do DF, uma desconfiança muito grande no que se diz respeito a governos anteriores. Tivemos governos que não conversavam com as lideranças das igrejas e nós invertemos essa chave. Passamos a receber todas as lideranças e a unir todas as igrejas e religiões”, acrescentou Ibaneis Rocha.

O pastor Ricardo Espíndola elogiou as medidas do governo no combate à covid-19 e o acolhimento às igrejas. “Um dos lugares que respeitaram o trabalho das igrejas foi o DF. Graças à sensibilidade do governador, tivemos esse trabalho aqui. Ele fechou quando precisou fechar e abriu quando pôde abrir. Não temos nada a reclamar, diferentemente de outros estados”, disse.

A regularização fundiária de templos religiosos e associações assistenciais também foi destacada no encontro. O pastor Chancerley Santana destacou os números e a evolução neste quesito com a atual gestão.

 

De 2009 a 2018 foram regularizadas 190 entidades religiosas no DF, número inferior ao registrado entre 2019 e 2021, em que 197 entidades receberam a escritura. “Esse é um gesto merecido e que teve um grande crescimento com o apoio do governador Ibaneis Rocha e de toda a sua equipe. Com as escrituras em mãos, as igrejas vão poder desempenhar seu papel social”, apontou.

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