DE PLANALTINA A COTEGIPE – II Parte

Conseguimos sair das obras na BR 020 em Formosa já eram 7:40h e seguimos adiante.

A cerca de dez quilômetros a frente observamos a mudança no traçado da entrada para Cabeceiras-GO, e lembramos da fatalidade que levou o empresário planaltinense Jesus Sebastião Ribeiro justamente naquele trevo que, certamente, fosse o traçado de hoje e tal acidente não ocorreria.

No povoado do Bezerra observamos mudanças para melhor e seguimos adiante.

Buraco das araras, logo adiante mantém o charme da entrada com placa às margens da BR e dali pro Bisnau, já descendo para o povoado JK.

O lugar me traz lembranças da década de, 1970 quando ainda jovem era integrante de banda de baile e por ali passava, indo na mesma direção para Alvorada do Norte, assim como, dois anos depois, descia o mesmo caminho indo até Posse recolhendo Notas Fiscais para o contabilista Luiz Borracha fazer os serviços contábeis dos pequenos comerciantes daquela banda esquecida de Goiás. Quantas vezes pernoitei no JK quando a chuva caia, um caminhão de madeira quebrava na subida e ninguém mais subia?!

“Vamos parar no JK para o café?” – “Não. Vamos adiante. Pararemos em algum lugar tranquilo, temos café e biscoitos na bagagem”, alguém determinou. Afinal, no bagageiro do Geep Renegat tinha, de fato, matula para o dia inteiro.

Escolhemos um comércio pequeno de beira de estrada e, qual nossa surpresa: fechado. Era domingo e não tinha ninguém no local. Usamos o espaço assim mesmo e partimos 20 minutos depois.

Fomos parar para o café um pouco antes de Vila Boa de Goiás. Comemos biscoito de queijo, bolo de milho, bebemos o café de dona Cleide e ela, como sempre ao volante seguimos rumo Leste pela BR 020.

Vila Boa de Goiás, entrada para Flores de Goiás (lugar também de boas recordações). Terra dos Campelo de Miranda, Gualberto de Brito e muita gente boa.

Posto Santa Maria, Alvorada do Norte, Simolândia e vamos indo rumo a Posse, buscando a divisa da Bahia: Posto do Rosário, loteamento Primavera do Oeste. Aí a Bahia, o Chapadão que tornou-se exemplo de produtividade agrícola.

As sedes de fazendas no Chapadão, vistas com o carro em movimento parecem oásis. Aquele cenário de plantio de algodão, sorgo, colheita de soja, caminhões pesados iria durar horas.

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