FEIRÃO DA MODA ACONTECE

Mais de uma dezena de tendas de lona foram colocadas à disposição do Feirão da Moda
Os dirigentes do CDL: Cassiano, Geraldo e (último à direita) Laceles conversaram com o vice, (prefeito em exercício) João Neto, buscando alternativa para a não realização do Feirão.
“Nenhum cuidado para com a cidade, deixam tudo sujo”, é uma das reclamações contra o Feirão.

No decorrer do mês de dezembro o CDL – Clube de Dirigentes Lojistas de Planaltina – Terra de criança feliz – que tem como presidente o empresário Cassiano Callai Heldt, travou intensa luta, representando a maioria do comércio local, na tentativa de barrar a realização do denominado “Feirão da Moda”, que, traz expressivo número de empresários de fora, estabelecem-se por dois, três, até quatro dias na cidade, vendendo produtos os mais variados e com preço muito abaixo do praticado pelo comércio local, depois vão embora para outra praça. “É uma prática que agride ao comerciante que trabalha legalmente o ano inteiro, tem obrigações com empregados, aluguel e licenças anuais. Esta prática leva todo dinheiro para fora do município e deixa só o rastro de abandono”, argumento usado por dez, de dez pequenos comerciantes entrevistados, para conversar com as autoridades locais, já que o realizador do evento tinha conseguido uma Liminar, via Justiça local para realização do Feirão.

Até o último dia que antecedeu ao recesso de Natal, os empresários do CDL, Cassiano, Geraldo e Laceles estiveram com o prefeito em exercício, João Neto, buscando uma alternativa para cancelar a concessão conseguida pelos realizadores do  Feirão, através de ação Judicial. No entanto o esforço foi infrutífero e o Feirão da Moda aconteceu como o anunciado pelos realizadores nos dias 21, 22, 23 e 24 de dezembro no espaço da antiga empresa de ônibus Rápido Planaltina, no Centro/Oeste da cidade.

“Nosso esforço não é no sentido de impedir o funcionamento desta ou de outras feiras, afinal o comércio é livre, mas precisamos ter critérios legais que tornem a concorrência mais justa e que o poder público possa receber os recursos para fazer frente aos serviços públicos que serão necessários depois da realização dos eventos, como a limpeza, por exemplo”, esclareceu Cassiano em conversa com nossa reportagem.

Informações extra oficiais dão conta de que mais de 2 milhões de reais foram arrecadados no período de funcionamento do Feirão da Moda e a sujeira (papeis, sacolas de plástico e outras coisas mais) alegada pelos empresários locais, realmente ficou para trás, assim como nesta data (26/12) as tendas ainda estão armadas e a promessa de que farão novo feirão no dia 01 de janeiro de 2020 está de pé.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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