PATRIMÔNIO DILAPIDADO

Neste mundo capitalista preza-se muito pelo patrimônio, pelo bem possuído, pela propriedade em si e nós, reles trabalhadores e observadores sociais relacionamos outros valores como: moral, respeito, dignidade, crédito que são, ao nosso ver, impagáveis. E se um cidadão ou cidadã reúne propriedades materiais e moral, respeito, dignidade e crédito, ele ou ela é, sem dúvida, um cidadão de nível alto em qualquer sociedade.

Mas, nosso objetivo aqui neste pequeno artigo não é discorrer, filosofar sobre os patrimônios e sim dizer, sob a ótica empírica de desgastes patrimoniais.

Daí, devido ao momento político, nos ocorre observar os cuidados que deve-se ter com o patrimônio político eleitoral, este material quase solúvel, intangível (nos parece) que é trabalhado com maestria pelos políticos do Brasil e do mundo e que em certos momentos, pelas ações ou falta de ação é colocado em depreciação.

Nosso atual presidente Jair Messias Bolsonaro, o Mito para seus apoiadores tem, nos últimos embates, perdido  patrimônio político que é, além de seus eleitores antigos, também o crédito para ampliar seu apoio junto ao eleitorado em geral.

No entanto, Bolsonaro tem, visivelmente, ampliado sua rejeição junto ao eleitorado em geral, dificultando a busca de votos diferentes daqueles que já são seus.

Daí concluirmos que seus apoiadores, certamente, deixam-no de lado e estão buscando outro caminho, qual seja, Bolsonaro não é mais seu líder e doravante este patrimônio deverá ir se desgastando paulatinamente.

Quanto mais tempo a habitação passar sem servir a seu objetivo de oferecer abrigo, ser moradia,  mais depressa sua estrutura é corroída.

Fica a dica.

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