RÁPIDAS DA POLÍTICA

A o município de Planaltina – Terra de criança feliz – vive um drama sem precedentes. O prefeito Eles Reis, eleito e empossado em novembro de 2018, terá de deixar o cargo frente a decisão do TSE – Tribunal Superior Eleitoral – de inocentar a Dr. Davi Lima, afastado naquele ano, acusado de fraude eleitoral. A decisão do TSE já está completando um mês e o beneficiado, Dr. Davi, ainda não tomou a posse. Agora, são dois prefeitos e nenhum pode agir com a precisão que a função exige.

Brasília se agita com o presidente indo às redes sociais, zapeando para sugerir movimentação popular contra o Congresso Nacional. O próprio, mais tarde, publicou matéria contraditória tentando se eximir da responsabilidade. O estrago estava feito. Grupos de apoio a Bolsonaro colocaram definitivamente a campanha na net.  Mobilização dia 15 de março.

Na Câmara de vereadores planaltinense o trabalho do mês de fevereiro, o primeiro presidido pelo vereador Presidente Salvador de Paula, registrou as cinco sessões ordinárias e uma extraordinária. Pedidos de providências, muitos, para o Executivo que ainda não tem nome definitivo e que continua nas mãos de Reis, apesar da expectativa quanto a Dr. Davi.

  LÁ

O vereador Carlinhos do Egito foi à inauguração de indústria no Sul de Goiás que, segundo ele, viria para ser instalada no município de Planaltina se ele tivesse sido eleito deputado estadual. Segundo Carlinhos o povo de Planaltina tem perdido ao dividir os votos entre muitos candidatos a deputados de fora, deixando os nome da cidade sem se elegerem.

Sem Carnaval programado pela prefeitura e com um tempo chuvoso como a  muitos anos não se via, Planaltina – Terra de criança feliz – passou as Festas de Momo no silêncio. Só às margens da lagoa Formosa, mais de seis quilômetros de distância do centro, podia-se ouvir sons da folia. Foi um Carnaval atípico até pela situação política da municipalidade.

 

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